Devido às especificidades técnicas nos projetos residenciais, é preciso observar as características antes de selecionar o porcelanato a ser instalado em ambientes como salas de estar, cozinha e banheiro (em especial, o box). Com a variedade de acabamentos e a tecnologia Soft Tec nas opções mate, acetinado e micro relevo, os revestimentos das marcas Roca Cerámica e Incepa abrem frente para ser utilizados na casa toda, inclusive em áreas com grande contato com a água

Nos projetos de arquitetura de interiores residenciais, existem características distintas para a especificação de pisos para áreas classificadas como secas, úmidas ou molhadas. De acordo com a Roca Cerámica e a Incepa, marcas do Grupo LAMOSA no Brasil, essa análise é essencial para definir o revestimento que oferecerá segurança aos usuários conforme as normas técnicas brasileiras.
Entender se o ambiente tem ou não contato com a água, em menor ou maior proporção, é o caminho para a identificação.
– Piso para áreas secas
Conforme relatam as marcas, as áreas secas internas estão concentradas em salas de estar, jantar, varandas (desde que não estejam incluídas a parte gourmet), dormitórios e home offices, entre outros espaços. Até mesmo no processo de faxina, esses espaços não recebem incidência direta da água – o usual é a utilização de um balde e um pano úmido.

Antes da instalação do revestimento, não é necessário executar a impermeabilização e, entre os tipos de acabamento, é possível trabalhar, inclusive, com o polido, conhecido por sua superfície brilhante, lisa e com alto brilho espelhado. “Além de sofisticada, essa opção é considerada pela amplitude e luminosidade que agregam a estes espaços”, determina Christie Silva Schulka, marketing manager do Grupo LAMOSA no Brasil.
– Piso para área úmidas e molhadas

Segundo esclarecem a Roca Cerámica e a Incepa, o diferencial está no volume de água: os ambientes molhados internos são aqueles que formam lâmina de água em função da sua destinação, caso dos boxes de banheiro e áreas de serviço.
Em contrapartida, as áreas molháveis (ou úmidos) são atingidas por respingos de água decorrentes do manuseio da água, como ocorrem em cozinhas, a parte do banheiro onde estão situadas a bancada e a bacia sanitária, e varandas – tanto as gourmets ou aquelas sem fechamento que, ocasionalmente, podem ser acometidas pela chuva.
Sobre a impermeabilização, o processo é fundamental antes do assentamento do porcelanato. Nas áreas molhadas é essencial executar um processo rigoroso de estanqueidade para evitar infiltrações – um problema grande, principalmente em apartamentos. Já as molháveis necessitam do tratamento para resistência à umidade.

– Qual o acabamento certo para os ambientes em contato com a água?
Levando em consideração que o acabamento polido não é a opção, as versões acetinada (ou mate), que se evidencia pela aparência natural, sem brilho, de textura sedosa e aspecto aconchegante; e o micro relevo, que graças ao acabamento tecnológico presente nas coleções da Roca Cerámica e Incepa propiciam a autenticidade do toque e a textura natural das pedras, passam a contar com a aplicação da tecnologia Soft Tec – novidade das marcas para 2026.

A solução, que chega para facilitar os projetos, eleva o coeficiente de atrito úmido (≥ 0,4), garantindo aderência extra para áreas internas molhadas, como banheiros e cozinhas, sem comprometer a estética da superfície. As séries com acabamento Soft Tec são identificadas com o símbolo da tecnologia, assim como os determinados para os acabamentos e grupos de utilização.
Na prática, especificadores e clientes finais podem adotar o mesmo revestimento em pisos de áreas secas, úmidas e internas molhadas, assegurando continuidade ao projeto e mais segurança ao usuário. “Reforçamos nossas coleções para um visual ‘total look’ nos espaços”, elenca Christie.
Outro atributo relevante é a facilidade de limpeza: a tecnologia evita o acúmulo de resíduos de produtos de higiene em contato com a umidade, tornando a manutenção do dia a dia ainda mais simples e eficiente. “Todos esses atributos se somam à preocupação de proporcionar segurança plena aos usuários”, sintetiza a marketing manager.
Sobre o Grupo LAMOSA no Brasil
À frente das marcas de revestimentos Roca Cerámica e Incepa, o Grupo LAMOSA é uma empresa mexicana com atuação mundial na fabricação e comercialização de revestimentos cerâmicos e adesivos. Com a aquisição, em 2021, passou a integrar uma história de mais de 130 anos na indústria de materiais de construção, com 33 centros de produção distribuídos em 9 países nas Américas e na Europa. Soma-se também a força do Grupo, que ocupa a posição de líder nos mercados em que participa, sendo o segundo maior fabricante mundial de revestimentos cerâmicos com uma capacidade instalada anual de mais de 280 milhões de m².
Inovação, tecnologia de ponta, alto padrão de qualidade, que se traduz na satisfação total dos nossos clientes, e visão de futuro, aliada com responsabilidade ambiental, norteiam o DNA do Grupo LAMOSA no Brasil e a consolida com a robustez de empresa global reconhecida como referência entre as maiores fabricantes de revestimentos cerâmicos do mundo.
O constante investimento em tecnologia a permite entregar um robusto portfólio que segue as tendências da arquitetura e construção em total conformidade técnica. Marcada por seu pioneirismo e uma visão que projeta o futuro, em 2016 tornou-se a primeira empresa das Américas a adquirir sua primeira supercompactadora Contínua+.
Somada ao conhecimento do seu time de desenvolvimento, em 2018 abriu o mercado de Superformatos com revestimentos nas dimensões de 120 x 120 cm e, a partir de 2020, com os tamanhos 100 x 200 cm e 120 x 250 cm, prosseguiu com sua verdadeira revolução na indústria cerâmica e nos mercados da arquitetura, construção e movelaria.
Em 2022, saiu à frente mais um marco histórico: a compra de sua segunda supercompactadora, alcançando o status de única empresa das Américas com o segundo equipamento. Esse olhar precursor permitiu ampliar as linhas de Superformatos com as medidas de 160 x 160 cm e 160 x 320 cm.
Sustentabilidade: seu compromisso com o meio ambiente segue alinhado com os processos produtivos. No último ano, além de redução de 17% no consumo total de energia elétrica, adotou o Protocolo de GHG (Greenhouse Gas Protocol), padrão globalmente reconhecido para medir suas emissões de gases de efeito estufa (GEE), com o objetivo de melhorar a precisão e a credibilidade dos dados ambientais relacionados a emissões atmosféricas.
E mais: 92,5% dos resíduos gerados nas fábricas foram destinados para fins nobres, como reuso ou reciclagem; os 7,5% restantes foram enviados para aterros sanitários ou incineração. Também foram coletadas e destinadas 45 toneladas de resíduos orgânicos que equivalem a uma economia de mais de 300 viagens entre São Paulo e Rio de Janeiro em emissões de CO₂. A biomassa, combustível renovável, mais limpo e eficiente, e que ainda reaproveita resíduos de indústrias de madeira, responde por 17% da matriz energética.
De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a empresa possui um Plano de Logística Reversa, que mensura a quantidade de embalagens faturadas por Estado no Brasil e, no último ano, realizou a compensação de 32% desse volume por meio de créditos de reciclagem.
@rocaceramicabr | @incepabrasil
Showroom Grupo LAMOSA no Brasil
Av. Padre Natal Pigato, 974
Vila Delurdes, Campo Largo
tel. (41) 3391-1430
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